Ilustra-acção!

Entradas categorizadas como ‘illustration’

Cafézinho? Maaaaaaaaaaaaaais!

Maio 11, 2008 · Deixe um comentário

Le Cafe
Animação realista, cáustica e de ir às lágrimas (no bom sentido)….

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28 de Junho, a Feira Laica na Bedeteca de Lisboa

Maio 11, 2008 · Deixe um comentário

28 de Junho, a Feira Laica estará de volta à Bedeteca de Lisboa. Embora muito breve (dura apenas um dia), não deixa de ser uma oportunidade interessante e conveniente a de participar nesta feira. Portanto, editores de zines, livros, discos, criadores de artesanato urbano, animadores, e ilustradores (haverá a 2ª edição da “Guerrilha Laica: Jovens Talentos Gráficos): vamos pôr as mãos na obra havendo ou não massa!!

;)

http://www.feiralaica.com/laica.html

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with or without

Janeiro 25, 2008 · Deixe um comentário

with or without, upload feito originalmente por catarina clemente.

 

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When you are old

Janeiro 25, 2008 · Deixe um comentário

upload feito originalmente por catarina clemente.

When you are old and grey and full of sleep,
And nodding by the fire, take down this book,
And slowly read, and dream of the soft look
Your eyes had once, and of their shadows deep;

How many loved your moments of glad grace,
And loved your beauty with love false or true,
But one man loved the pilgrim soul in you,
And loved the sorrows of your changing face;

And bending down beside the glowing bars,
Murmur, a little sadly, how Love fled
And paced upon the mountains overhead
And hid his face amid a crowd of stars.

WB Yeats

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Metaphysics for dummies

Outubro 3, 2007 · Deixe um comentário

Passei a maior parte da minha adolescência debatendo-me com questões metafísicas. A minha mãe pedia-me que não a atormentasse com as “minhas filosofias”. Cheguei mesmo ao ponto de ter a minha vida transformada num 8 e de, oportunamente uma amiga minha me advertir, quase em jeito de piscadela de olho, “lá estás tu a navegar na maionese…” e mesmo assim, jamais supus que, colocando as mesmas questões, não me levando tão a sério e com um pragmatismo a raiar o nonsense pudesse trocar as voltas à tradição filosófica e transformar todas as dúvidas em piruetas airosas em vez de impasses ou remoinhos linguísticos.
Assim formula Woody Allen as questões fundamentais para a toda a metafísica futura de um homem:

08.JPG
Existe o Inferno? Existe Deus? Ressuscitaremos depois da morte? Ah, não esqueçamos o mais importante: Haverá por lá mulheres?”
Woody Allen

Citando um amigo meu, poderia resumir-se assim esta questão: “Mete a física onde bem entenderes…”

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Mezzotinto

Julho 25, 2007 · Deixe um comentário

“… Não só houve muitos homens notáveis que nunca foram pintados, como também muitos retratos que nunca foram gravados…

A arte do retrato em gravura, considerada como uma forma distinta de gravura, surge com Lucas Van Leyden, Dürer, Marcantonio, no princípio do século XVI. Como tradição desaparece com a fotografia em meados do século XIX.

A primeira metade do séc. XVII viu nos Países Baixos, os retratos gravados de Rembrandt e van Dick.

A segunda metade do séc. XVIII viu em Inglaterra os mezzotintos de Mac Ardell de J. R. Smith.
Assim como Nanteuil conseguiu elevar as suas gravuras a buril a um elevado nível, assim foram inexcedíveis os grandes mestres ingleses do mezzotinto.

…Devemos-nos lembrar de que, com muito poucas excepções, uma gravura não é um retrato originalo, mas antes a tradução para outra linguagem da obra do pintor. O primeiro objectivo que o gravador procurou atingir foi portanto ser fiel à pintura ou ao desenho original, e só pouco a pouco procurou voluntáriamente alcançar a perfeição e a subtileza.

…As oficinas de gravuras do séc. XVIII constituíam uma característica da vida de Londres onde se podia obter o retrato dos políticos favoritos, da beleza reinante da cidade ou do último assassíno. Enquanto a maioria das gravuras eram baratas e populares, os melhores mezzotintos eram sempre caros e relativamente raros.
O mais antigo gravador de certa importância foi , que fez várias gravuras da Rainha Elizabeth.
Também Hole, Marshall, Cross e Glover até 1630.
Durante o mesmo período, os nomes mais conhecidos são de flamengos: Estrack, Droeshout, os dois De Passes e Van Voerst. O mais célebre: Martin Droeshout, pelo retrato de Shakespeare.

  • William Faithorne
  • Robert White, George Vertue e Jacob Houbraken do séc. XVIII
  • Georges White, Jokn Smith, Simon e John Fober”

Malcom R Robertson In Exposição de Retratos Ingleses em Gravura
Edi. Lit. The British Council

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Café do Monte

Junho 19, 2007 · Deixe um comentário

fernanda, upload feito originalmente por catarina clemente.

No Café do Monte sentimo-nos no coração de um cosmos com requintes de lar. Os petiscos e a simpatia da Fernanda e do Eurico fazem daquele cantinho um lugar tão extraordinário quanto familiar.

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